O Grupo de Oração Sementes de Maria acontece todos as terça-feiras, as 19:30 com início do Santo Terço, na Capela Rosa Mística, Rua Paulina Maria Alves, 210, Loteamento, Pompéu/MG.

sábado

Quando a inveja invade nosso coração


O vazio que, às vezes, existe no coração do ser humano é preenchido por sentimentos nem sempre saudáveis quando Deus é deixado em segundo plano. Um deles é a inveja, que atormenta todos, sem exceção. Uns mais, outros menos. Isso ocorre de acordo com a fragilidade de cada um.
O invejoso enxerga as coisas de forma injusta. Por exemplo, “por que ele tem e eu não tenho”? Sendo assim, seu olhar cobiçador se volta para o que o outro tem, além de desvalorizar aquilo que ele próprio possui.
Nessa situação, sem perceber, e gradativamente, o indivíduo estagna sua vida e perde suas próprias oportunidades de se desenvolver e crescer. Torna-se um mero intérprete da vida, sentindo tristeza, raiva e dor. Todos, provavelmente, conhecem esse conceito e, alguma vez, já classificaram alguém de invejoso. No entanto, em determinados momentos, aqueles que julgam são incapazes de lutar contra esse pecado. Deixam-se levar pela vaidade, “porque a boca fala do que coração está cheio” (Mt 12,34). São tão orgulhosos que não percebem este indesejável sentimento dentro de si mesmos.
“Quem ama o próximo deve superar a tentação da inveja.”
De outro lado, os invejados sofrem. O próprio Jesus foi atingido pela inveja dos outros antes de Sua morte. Os príncipes dos sacerdotes levaram o Filho de Deus à morte no Calvário (Mt 27,18). Também Paulo e Silas foram perseguidos por judeus, por proclamarem Jesus como rei (At 17,1-8).
Como é possível observarmos, de algum modo, qualquer um é ferido por este mal. Contudo, há libertação com a ajuda de Deus. Mas algumas soluções primárias são necessárias: admitir a inveja a fim de reconhecer com maior facilidade situações que a causam; orar muito, pedindo ao Senhor a cura; ser precavido nas palavras, escolhendo o momento adequado para falar a determinadas pessoas sobre conquistas e realizações; ou pode-se, simplesmente, optar pelo silêncio.
Quem ama o próximo deve superar a tentação da inveja, pois ela traz divisão à Igreja e a quaisquer relações sociais. Paulo ensinou: “Em um só Espírito fomos batizados todos nós para formar um só corpo…” e “… o corpo não consiste em um só membro, mas em muitos” (1Cor 12,13-14).

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